CBV: 63 anos de histórias e glórias

Conhecida como CBV, a Confederação Brasileira de Voleibol é a entidade de maior prestígio do vôlei brasileiro, a qual é responsável pela organização de todos os campeonatos nacionais, como por exemplo, a Superliga. Além de administrar as seleções nacionais, a Confederação responde por tudo que está relacionado ao vôlei em território brasileiro (seja de quadra ou praia), em conjunto com o Comitê Olímpico Brasileiro e a Federação Internacional de Voleibol. Por administrar toda esta estrutura e trabalhar com 27 federações filiadas e mais de 87 mil atletas, a CBV é considerada uma das confederações esportivas mais bem organizadas e competentes do mundo. Contudo, tudo isso não foi construído da noite para o dia, já são 63 anos de história buscando a excelência e reconhecimento do esporte.

O primeiro presidente da Confederação foi o ex-jogador Denis Rupet Hathaway, que assumiu a liderança de 1954 até 1957, dando o passo inicial para o voleibol ser o que conhecemos hoje. Ele elaborou um trabalho articulado com federações estaduais e, segundo o site oficial da CBV, foi o que resultou no título de a “Mais bem-sucedida Federação do mundo”, apesar deste título surgir 45 anos após a presidência de Denis Rupet. Durante esse tempo, diversos outros presidentes fizeram parte da história e da gestão da CBV.

Foto de: Camila Portela

  • 1955 a 1957: Denis Rupet Hathaway

  • 1957 a 1959: Abrahão Antônio Jaber

  • 1959 a 1961: Paulo Monteiro Mendes

  • 1961 a 1975: Roberto Moreira Calçada

  • 1975 a 1995: Carlos Arthur Nuzman

  • 1995 a 1997: Walter Pitombo Laranjeiras

  • 1997 a 2014: Ary Graça Filho

  • 2014 — Walter Pitombo Laranjeiras

Carlos Arthur Nuzman, ex-jogador da Seleção, foi um dos grandes nomes que viabilizaram a popularização e valorização da modalidade. De forma visionária, Nuzman investiu em uma gestão administrativa de marketing esportivo que gerou resultados de reconhecimento no final da década de 70 e início dos anos de 1980, foi a partir daí que o vôlei brasileiro se consolidou como um esporte de alta qualidade, passando a integrar desde então, o cenário internacional do esporte.

Outra fase importante foi a presidência de Ary Graça Filho, que assumiu a liderança em 1997 levando um olhar totalmente empresarial para a CBV, que acompanhou os inúmeros títulos de competições importantes que a Seleção ganhava. A popularização do esporte já estava consolidada, os jogadores eram de alta qualidade e a gestão deveria acompanhar o avanço e se modernizar, então, Ary Graça administrou como se fosse uma empresa de fato, como se o vôlei fosse um produto e o publico o cliente.

Em 2003, ele consolidou o CDV – Centro de Desenvolvimento de Vôlei, localizado em Saquarema – RJ, com a intenção de oferecer toda a infraestrutura necessária e de alta qualidade para os jogadores da seleção brasileira, desde a base até o adulto.

Depois de Ary Graça, Walter Pitombo Laranjeiras assumiu a presidência novamente e atualmente enfrenta um grande desafio: resgatar e manter o prestígio e a glória do voleibol brasileiro. Mas, sem deixar a desejar, apresenta um bom trabalho até o momento e garante qualidade na estrutura e preparação oferecida para o voleibol brasileiro.

Fonte: http://2017.cbv.com.br/cbv/institucional/historia.html

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